terça-feira, 22 de maio de 2012

Quando Uma “Autoridade” Se Desvia Da Verdade





                        Quando Uma “Autoridade” Se Desvia Da Verdade
                                                     2 Part
Às vezes o Senhor soberanamente permite distúrbios nas igrejas e entre elas. Esses distúrbios servem para purificar as igrejas e manifestar aqueles que são aprovados.
1Co  11:19 – Porque até mesmo importa que haja partidos entre  vós, para que também  os  aprovados  se  tornem conhecidos em vosso meio.
 Durante a desolação da igreja , os diferentes tipos de confusão, erros e corrupção funcionaram como um meio de manifestar aqueles que eram aprovados por Deus. Quem passar pelos testes e for aprovado por Deus será manifestados mediante a desolação.
Deus não deseja a  desolação, mas em Suas mãos isso funciona para manifestar aqueles que passam pelos testes. Sem desolação, confusão, erros, corrupção e trevas não serão capazes de ver a condição individual de cada um.
Em nossa história, esses distúrbios têm sido causados frequentemente por aqueles quem têm alguma proeminência na obra. Isso não deve nos deixar surpresos. Lembre-se dos 250 que seguiram a Coré, eram  “príncipes da congregação” (Nm 16:2). O que então devemos fazer quando aqueles que parecem autoridades desviam-se da verdade?
                                            Dois Princípios de Equilíbrio
Quando uma pessoa que parece ser uma autoridade se desvia da verdade, devemos observar dois princípios de equilíbrio:
. Não podemos seguir aqueles que se desviam da verdade.
. Não devemos insultar os homens.

                NÃO PODEMOS SEGUIR OS QUE SE DESVIAM DA VERDADE
Primeiro, precisamos ter muita clareza sobre o fato que quando um líder viola uma verdade essencial, seja no ensinamento ou na prática, não podemos segui-lo. Se o caminho que o líder está trilhando conduz a divisão do Corpo de Cristo ou da posição adequada de uma igreja local, não podemos segui-lo. Em alguns casos, a afirmação de autoridade compromete a posição de uma igreja local, fazendo-a, em vez disso uma SEITA LOCAL. Isso porque as reivindicações de autoridade por parte do líder se tornam a base para receber crentes na comunhão. Além disso, se uma igreja se retrai da comunhão comum de todas as igrejas locais no Corpo de Cristo, ela não mais é uma igreja local, mas uma SEITA LOCAL.
Alguns têm a atitude de que a igreja local é independente e autônoma e não deve sofrer interferências. Isso é localismo.  Uma igreja local independente é na verdade uma SEITA LOCAL.
As igrejas locais devem ter comunhão com todas a igrejas locais autênticas em toda a terra  a fim de preservar a comunhão do Corpo de Cristo. Qualquer igreja local que não preserve essa comunhão universal do Corpo de Cristo. Qualquer igreja que não preservar a comunhão universal do Corpo de Cristo é divisava e se torna uma facção local. Algumas assim chamadas igrejas não são autênticas e se tornam divisões; nós não precisamos ter comunhão com essas “igrejas”. Quando as pessoas dizem: “Não nos incomodem  -  somos a igreja nesta cidade”, à vista de Deus, eles são uma seita local, não uma igreja local.
A Bíblia já decretou todas as instituições da igreja de uma forma clara. Não devemos jamais ter qualquer decreto, sejam credos, constituições, comercio, regras organizações ou estatutos fora da Bíblia, não importa quão bíblicos eles pareçam ser. Nós nos tornaremos imediatamente SEITA.


                                                             LucioFidalgo


Discernir Autoridade Espiritual

     

                              Discernir Autoridade Espiritual
                                                                  1Parte

Se quisermos seguir o Senhor segundo a visão celestial, precisamos ser capazes de discernir que pessoas representam Deus em sua pessoa e em seu exército  de autoridade. Isso requer que compreendamos:
.  A natureza da autoridade espiritual;
.  Os sinais da ausência  de autoridade e do  exercício inadequado da autoridade;
.  Manifestação de autoridade de rebelião; e
.  Como a autoridade espiritual pode ser perdida.

                                          A NATUREZA DA AUTORIDADE ESPIRITUAL
Para compreender a natureza da autoridade espiritual, precisamos compreender os quatro princípios seguintes:
.A fonte da autoridade é a vida de ressureição de Cristo;
.A base da autoridade é a revelação;e
O resultado da autoridade é alegria e o “florescer”.
Que é autoridade ?Superficialmente falando, autoridade está baseada numa posição.  Quem tiver  posição terá autoridade. Segundo a Bíblia, essa também parece ser o caso, mas na verdade não é bem assim.  A autoridade não é principalmente uma questão de posição, mas uma questão de VIDA.Quando o povo de Israel viu o bordão que floresceu de Arão, eles reconheceram sua autoridade. Sem a vida de ressureição, a autoridade é inutil. A autoridade na igreja não é principalmente uma questão de posição, mas de vida.  (Você não se torna uma autoridade mediante uma eleição de outros e ninguém pode reivindicar autoridade baseada somente em sua posição na Igreja. A manifestação da autoridade em vida é ressureição). Todo aquele que é autoridade deve conhecer isso; não há como se enganar. Não pode haver confusão quanto à autoridade. A autoridade vem de DEUS e não de nós.  Somos apenas aqueles que mantêm  a custódia da autoridade.   Somente aqueles que viram isso estão qualificados para ser autoridade. Tão  logo você ofenda  o princípio da ressureição , você perde a autoridade; e tão logo tente exibir sua autoridade, você instantaneamente a perde. Um bordão ressequido não pode exibir nada exceto morte, mas quando você tem ressureição tem autoridade, porque ela existe junto com a ressureição, não com a vida natural.  Tudo que temos é natural.  Daí a autoridade não repousar em nós,  mas no SENHOR.
                              “ O bordão do homem que eu escolher esse florescerá.” (Nm 17:5a).

                                                                      LucioFidalgo

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Os Seis Testes de Uma Igreja Genuína


1. SEM NOME PARTICULAR

Uma divisão é chamada de denominação porque foi denominada por um nome especial. Assim, o primeiro fator de uma denominação é um nome especial. Nem o sol nem a lua tem um nome particular. O sol é sol e a lua é lua. Jamais ouvi que alguém tenha dado um nome ao sol ou à lua. Tampouco os dois precisam de um nome. Onde quer que eu esteja: Estados Unidos, na Europa ou no Extremo Oriente, a lua é a lua e o sol é o sol. No máximo posso falar da lua em Sidney, a lua em Paris ou a lua em Recife. Dar um nome especial a certo grupo de cristão é constituí-los numa facção, numa denominação. Isso os torna uma facção denominada, uma facção divisiva com um nome particular.

Qualquer grupo cristão que tenho um nome particular é uma divisão, uma seita. Não deveríamos ter qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus. Cremos em Seu nome e fomos batizados para dentro do Seu nome agora estamos nos reunindo em Seu nome. Jamais pense que a questão do nome seja algo insignificante. Tenho de usar meu nome em tudo o que faço. Usar um outro nome é ser enganador. Jamais pense que não faz diferença você chamar a si mesmo de Almeida ou Mendonça. O nome é Witness Lee. Você não pode chamar-me de sr. Almeida. O nome significa tudo. Se uma herança me fosse aquinhoada em meu nome, Witness Lee, mas eu chamo a mim mesmo de sr. Almeida, perderia o direito de reivindicar e desfrutar essa herança.

Nunca negligencie essa questão do nome. Tomar qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus é uma forma de fornicação espiritual. Quão errado seria minha esposa, sra. Witness Lee, sair com o nome de outro homem! Uma mulher casada tomar um outro nome é fornicação. Jamais pense que essa questão é insignificante. O Senhor Jesus louvou a igreja em Filadélfia porque eles não negaram o Seu nome (Ap.3: 8). Se honramos o Senhor e sinceramente queremos levá-Lo a sério, com certeza renunciaremos a qualquer outro nome afora o nome do Senhor Jesus. Fomos batizados para dentro do nome do Senhor Jesus. Ao se dirigir aos contenciosos na igreja em Corinto, Paulo disse: "Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Acaso Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós, ou fostes porventura, batizados em nome de Paulo?" (1 Co 1:12-13). Paulo aqui parecia estar dizendo: "Por que vocês dizem que são de Paulo? Jamais poderiam dizer isso. Vocês não foram batizados para dentro do meu nome - foram batizados para dentro do nome do Senhor Jesus Cristo. Vocês não devem estar sob qualquer outro nome."

2. NENHUMA COMUNHÃO PARTICULAR


Fomos batizados para dentro do único nome, o nome acima de todo nome e também fomos chamados para dentro da comunhão do Filho de Deus (1 Co 1:9). Essa comunhão do Senhor Jesus tornou-se a comunhão dos apóstolos (At 2:42). Em 1 João 1:3 diz-se: "O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós igualmente mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo." O "nós" e "conosco" mencionados nesse versículo referem-se aos apóstolos. O apóstolo João parecia estar dizendo: "Nós, os apóstolos, proclamamos a vocês a vida divida. Nessa vida vocês podem ter comunhão conosco, e nossa comunhão é com o Pai e com o Filho". Essa comunhão é também chamada de participação. O significado é o mesmo. Seja qual for o termo que usemos, há algo chamado comunhão, a participação comum em Cristo, o qual é comum a todos os crentes NEle. Quem quer que tenha crido para dentro Dele está agora na comunhão do nosso maravilhoso Senhor. Essa comunhão é comum a você, a mim e a todo regenerado. Entretanto, muitos cristãos não têm essa comunhão única. Antes, eles têm uma assim chamada comunhão diferente, especial. Toda comunhão especial constitui-se numa divisão. Alguns cristãos podem não ter um nome denominacional, isto é, podem não ter um nome para o seu grupo, mas têm uma comunhão particular. A comunhão deles não é tão ampla quanto a comunhão comum do Filho de Deus. Pelo contrário, ela é restrita e particular.

3. NENHUM ENSINAMENTO PARTICULAR



Alguns grupos não têm um nome, mas têm um ensinamento particular que gera uma comunhão particular. Por exemplo, alguns grupos crêem que todos os santos serão arrebatados antes da grande tribulação. Qualquer pessoa que não apóie esse conceito deve arrepender-se de sua própria doutrina antes de poder ter comunhão com esse grupo. Por intermédio de tudo isso vemos que aquele grupo, insistindo na crença do arrebatamento pré-tribulação, não tem somente a fé comum (Tt 1:4). Além da fé comum, eles se apegam à crença do arrebatamento pré-tribulação. Esse ensinamento particular gera uma comunhão particular e essa comunhão particular se constitui numa divisão.

Até aqui, vimos três causas de divisão: um nome particular, uma comunhão particular e um ensinamento particular. Apenas um desses itens é suficiente para fazer de um grupo uma divisão. Uma vez que você tem um nome particular, ou uma comunhão particular, ou um ensinamento particular, você é uma divisão.

4. COMUNHÃO UNIVERSAL, NÃO COMUNHÃO ISOLADA


Pode haver alguns grupos cristãos que proclamem não ter nome, comunhão ou ensinamento particulares. Declaram que odeiam qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus e que não se apegam a qualquer comunhão ou ensinamento particulares. Antes, recebem todos os tipos de cristãos genuínos. Se for esse o caso, então precisamos verificar três outras coisas, nenhuma das quais é simples. Primeiro, precisamos ver que tipo de comunhão eles têm. Embora possam não ter um comunhão particular, a comunhão deles pode ser isolada, não universal. Embora recebam todos os verdadeiros cristãos, não têm comunhão com qualquer outra igreja. A comunhão deles é muito limitada e isolada em sua própria esfera. Não é universal ou mesmo totalmente local. Isso faz deles uma facção. Tal grupo não é a igreja naquela cidade - é uma facção local. Essa questão é muito delicada e poucos são capazes de percebê-la. É fácil ver que aqueles com um nome, uma comunhão ou um ensinamento particulares são facções. É, porém, difícil ver que um grupo sem essas coisas ainda possa ser uma facção se a sua comunhão for isolada. Embora tal grupo proclame ser a igreja em sua cidade, ele é na verdade uma facção local.

5. Nenhuma administração separada



Pode haver um grupo que não tenha nome, ensinamento ou comunhão particular, e cuja comunhão não seja isolada. Entretanto, eles podem insistir em ter uma administração separada, em presbitério separado. Esse presbitério separado faz deles uma divisão. Não importa quantos crentes possa haver numa certa igreja, a igreja naquela cidade tem de estar sob um único presbitério com uma única administração. A cidade de Manaus tem um único prefeito e uma única prefeitura. A cidade de São Paulo, porém, que é muitíssimo maior que Manaus, ainda tem somente um prefeito e uma prefeitura. Se a cidade de São Paulo tivesse mais de um prefeito, isso seria um sinal de que a cidade foi dividida. Embora houvesse dezenas de milhares de crentes em Jerusalém (At 21:20) e eles se reunissem em muitas casas, havia somente um grupo de presbíteros. Ainda havia apenas um presbitério, uma única administração.

Suponha que haja nesta cidade um grupo de cristãos cuja prática lembre a nossa. Eles não têm nome, comunhão ou ensinamento particulares, e sua comunhão é aberta a todos, a toda a igreja no mundo inteiro. Todavia, eles insistem em manter um presbitério separado com uma administração separada. Porquanto aquela administração separada é uma causa de divisão, esse grupo também é uma facção. Se houver duas administrações numa cidade, então poderá haver duas "igrejas" na cidade. É como ter dois prefeitos e duas administrações em uma só cidade. Se for esse o caso, então aquela cidade tem de ser dividida. Por intermédio de todos esses pontos podemos ver que não é algo simples conhecer a igreja.

6. A unidade universal e local da igreja



A igreja é uma universalmente e localmente. Há somente uma única igreja. Universalmente, a igreja é uma em existência; localmente, a igreja é uma em manifestação. A igreja no universo é uma e a igreja manifestada numa cidade é também uma. A palavra do Senhor "sobre esta pedra edificarei a minha igreja" (Mt 16:18), esta relacionada à igreja universal. Seguindo-se a isso, em Mateus 18 o Senhor falou sobre a manifestação da igreja numa loalidade. Se dois ou três não conseguem resolver eles mesmos um problema, devem dizê-lo à igreja. Essa certamente não é a igreja universal, mas a igreja na cidade onde aqueles crentes vivem. Nos quatro Evangelhos, o Senhor mencionou a igreja duas vezes, uma vez no aspecto universal e outra no aspecto local.

A FIGURA CLARA NA BÍBLIA
No livro de Atos, a igreja não é mencionada segundo o aspecto universal, mas segundo o aspecto local. Atos 8:1 fala da igreja em Jerusalém, não da igreja no universo. Atos 13:1 fala da igreja numa outra localidade, a igreja em Antioquia. Sabemos por Apocalipse 1:11 que havia seta igrejas em sete cidades da Ásia Menor: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadéfia, e Laodicéia. Igrejas também foram levantadas na Europa. Havia, por exemplo, uma igreja em Corinto (1 Co 1:2). É claramente retratado na Bíblia que a igreja é universalmente uma em sua existência e localmente uma em sua manifestação. Onde quer que a igreja esteja, ela é sempre uma. Embora haja uma única igreja universal, em muitas cidades há a igreja em seu aspecto local, uma igreja em cada cidade.




                                                                                        LucioFidalgo



domingo, 13 de maio de 2012

Apenas repassando o que recebi, leiam o anexo também...

READ WITH CAUTION: Just passing on what I received.
LEA CON ATENCIÓN: Sólo a pasar lo querecibió.
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LIRE AVEC ATTENTION: Juste de passage sur ce que j'ai reçu.
Apenas repassando o que recebi, leia com atenção.


Salvador,  06 de Maio de 2012.
“Ora , ao Rei dos Séculos, incorruptível, invisível, o único Deus, honra e glória pelos séculos dos séculos.  Amém.” ( I Tm. 1:17)
Os irmãos responsáveis da igreja em Salvador às Igrejas no Estado da Bahia e Sergipe.
O que iremos transmitir abaixo é apenas uma comunhão, baseada na verdade e luz divinas, e na confiança que gozamos junto aos santos e igrejas a qual foi desenvolvida durante os muitos anos de busca mútua da Pessoa de Cristo, Sua palavra, Seu ministério e o Seu propósito eterno.  Temos confiança no Senhor, que Ele nos conduzirá como “O Bom Pastor”, a quem servimos com a consciência pura, desde o início da nossa vida Cristã, não manifestando em nenhum momento outro sentimento entre os irmãos e as igrejas, além de servir como escravos, não buscando nenhum interesse entre vós, a não ser o bem estar dos irmãos, o crescimento de vida por meio da Sua palavra, e a propagação de Cristo. Nunca nos assenhoreamos dos santos e das igrejas, e nunca “seguramos” em nossas mãos a ninguém, muito menos, exercemos nenhum tipo de controle. Temos nos conduzido entre vós, com temor e tremor, em simplicidade e alegria no Espírito Santo. Encaminhando-os no caminho do Senhor, cuidando para que, não sejamos desviados da linha central da Economia de Deus.
Amados irmãos:
Partilhamos com as igrejas do Senhor e os Seus santos em nossa região, a situação presente que estamos atravessando aqui na igreja em Salvador. Anelamos que a luz do Senhor possa vir nos iluminar e que todas as palavras sejam confirmadas, sem nenhuma distorção.  Sabemos, pela revelação da palavra de Deus, que Ele é luz, e que, devemos andar na luz como Ele está na luz, e ainda, que a nossa palavra não deve ser “sim” e “não”, mas, “sim, sim”, e “não, não”, pois, o que disso passar vem do maligno.
Cremos que toda a Bíblia, a Palavra Santa de Deus, foi divinamente inspirada, e que revela plenamente a Sua própria Pessoa e o Seu propósito eterno.  Embora existam sessenta e seis livros, trinta e nove no antigo testamento e vinte e sete no novo, este livro maravilhoso revela que o Deus Triúno: Pai, Filho e Espírito Santo, tem o desejo de Se dispensar para dentro do homem tripartido, a humanidade redimida e regenerada, para ser Seu organismo vivo, a igreja, resultando na Sua expressão e representação, e isto, por meio do crescimento e amadurecimento na Sua vida divina. Esse processo de crescimento e amadurecimento da vida de Deus em nós se torna possível pela comunhão, desfrute e participação das riquezas insondáveis de Cristo, o Espírito consumado, todo inclusivo e que dá vida, contido nas Suas palavras. Isto é para a edificação da igreja! Uma das maiores profecias da Bíblia se encontra no livro de Mateus 16:18 e diz : “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre essa rocha edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela”. Não pode existir edificação da igreja sem Cristo e Sua palavra. Deus tem compromisso com a Sua palavra, e nós precisamos andar na verdade (III Jo. 3).
Segue um breve testemunho: Como é do conhecimento de muitos, a Igreja em Salvador, foi a primeira a ser levantada neste Estado. Deus começou a trabalhar fortemente em um grupo de jovens, com idades que variavam entre 14 a 20 anos, sendo que a grande maioria tinha menos que 18 anos. Formávamos um grupo “interdenominacional”, e pouco a pouco, ao visitarmos os vários grupos evangélicos, percebemos as divisões existentes. Surgiu em nós um anelo, pois vimos na palavra de Deus, a unidade que Ele queria, mostrada em Jo. 17, e em outras passagens. Desde então, buscávamos a unidade do povo de Deus. Vimos na bíblia a “Igreja de Deus que está em Corinto”, e assim, começamos a ser conhecidos como a “Igreja de Deus em Cristo Jesus que está em Salvador”. Não tínhamos um local de reuniões, um nome, nem liderança formal, nem hierarquias. Só havia irmãos. Com alegria, pregávamos o evangelho por toda a parte, nas praças, ruas, ônibus, etc. Mantínhamos comunhão uns com os outros durante o dia, e reuniões todos os dias, de casa em casa, como está na bíblia. Isso ocorreu, mas fortemente em 1979.
Logo depois, soberanamente, uma irmã viajou para a cidade de São Paulo, onde encontrou um irmão que, lhe presenteou um livro chamado “Palestras Adicionais Sobre a Vida da Igreja”, do irmão Watchman Nee.  Aquele livro “caiu como uma luva” em nossas mãos. Durante vários meses lemos e relemos este livro, em nossas reuniões, em pequenos grupos e individualmente. O Senhor teve misericórdia de nós e começou a nos mostrar a visão da igreja. Foi nesta visão que nós fomos firmados. Essa visão nos fortaleceu, nos guardou e nos fez perseverar até o dia de hoje. Não foi o livro em si, que fez uma revolução em nossas vidas, mas este livro nos levou a conhecer a vontade de Deus na bíblia, a ter uma visão do propósito de Deus. Assim como o apóstolo Paulo, podíamos dizer: “Pelo que ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial” (At. 26:19).  Naqueles dias, fomos incompreendidos, e fortemente perseguidos pelos líderes da época, ao ponto de que, os outros cristãos não nos cumprimentavam na rua e se afastavam de nós, como se estivéssemos leprosos. Havia pregações em púlpitos, programas de rádio e impressos. Uma forte onda se levantou contra nós, mas “Graças a Deus que nos conduz sempre em triunfo e por meio de nós manifesta em todo lugar a fragrância do Seu conhecimento...”. Mesmo em dores e lágrimas o Senhor nos conduziu adiante.
Em 1980, participamos de uma conferência em São Paulo, no templo da igreja “Brasil para Cristo”, na época o maior do mundo. Nesta ocasião, o tema geral das mensagens era “A Constituição do Reino dos Céus”, segundo a revelação de Mateus 5 a 7. Essas palavras eram totalmente baseadas no Estudo-Vida de Mateus, do Irmão Witness Lee, e os irmãos que compartilharam foram fiéis em transmitir a mesma coisa. Voltamos renovados, com a fé mais fortalecida, cheios de gozo e louvores ao Senhor, pela simplicidade existente entre os irmãos, ao mesmo tempo em que, vimos que eles viviam a unidade, pois, mesmo havendo irmãos de diferentes raças, educação, e condição social, testificamos que todos eram um em Cristo e na visão da Igreja. Fomos tão fortalecidos com a palavra! Chegaram às nossas mãos pequenos livretes, que chamávamos de “vitaminas”, pois ao ler éramos fortalecidos.  Eram poucos, como por exemplo: “Vida de Altar e Tenda”; “O Principio do Nazireado”; “O Homem e as Duas Árvores”; “O Sangue Precioso de Cristo”, “O Deus que se oculta” entre outros. Esses eram disputados, e lidos exaustivamente. Junto com aquelas literaturas, o mais importante foi o “Estudo-Vida de Gênesis”, apresentado na época em fascículos, mensagens individuais, que foram estudadas em todas as nossas reuniões por mais de quatro anos. Isso nos abriu a bíblia, levou-nos a amá-la e desejá-la. Como Gênesis é um livro das sementes divinas, as verdades foram semeadas neste livro, se desenvolveram nos restantes dos livros da Bíblia e a consumação, a colheita é encontrada no livro de Apocalipse. Essas verdades foram semeadas em nós! Começamos a expressar essas riquezas por meio do nosso viver, nas reuniões, em nossa vida familiar, em nossas escolas, no trabalho e entre os vizinhos.
Cremos que foi a pura misericórdia do Senhor que nos fez conhecer a Sua restauração. Não conseguimos viver de outra maneira, nem para outra coisa que não seja exclusivamente para economia de Deus, para Cristo, como nossa vida e para a igreja como nosso viver.
É muito intrigante o fato de que hoje, somos considerados como leprosos por alguns, que são os nossos próprios irmãos em Cristo e aqueles que vivem conosco por mais de vinte, ou vinte e cinco anos, e que conhecem o nosso proceder, a nossa vida e o nosso serviço na igreja e entre as igrejas. Irmãos, não podemos voltar atrás! Não podemos tirar algo tão vivo de dentro de nós que já foi constituído em nosso ser. O que vimos, o que cremos e falamos se tornou a nossa vida. Não temos outra aspiração a não ser viver para isso. Não queremos posição, reconhecimento ou qualquer tipo de glória na igreja. Não consideramos o que o Senhor fez conosco nestes anos como algo “velho” e “do passado”. Não consideramos, por anelarmos em continuar no caminho que o Senhor nos deu, como “saudosismo”, como alguns dizem. Há um hino que diz: “Essa é minha historia, e minha canção, o dia todo louvo ao Senhor”.
Não podemos esquecer-nos dos Estudos-vida, dos livros que lemos, das mensagens que desfrutamos, da visão que recebemos. Não podemos esquecer, e até mesmo sepultar os escritos dos servos do Senhor, os irmãos Watchman Nee e Witness Lee, que nos trazem revelação da palavra de Deus, nos suprem com vida, e nos levam a amar mais a Sua palavra Santa e pura. 
 Há alguns anos, estamos percebendo muitos desvios da verdade no ministério que está sendo levado a cabo na América do Sul.  Estão tentando nos orientar a não prestar tanta atenção aos irmãos W. Nee e W Lee e aos seus escritos uma vez que eles estão mortos. Segundo nos é ensinado, devemos ouvir “O Apóstolo vivo”. Se isto fosse verdade, deveríamos esquecer também Paulo, Pedro, João, Tiago, Mateus, Marcos e Lucas porque eles também não estão mais entre nós. Damos graças ao Senhor porque Ele é o “Deus de Abraão, Isaque e Jacó”. Durante muito tempo temos sidos influenciados a ver e ter problemas com os irmãos “LSM”, dos “Estados Unidos”, “Irmãos entre mesclados”.  Queremos deixar claro que não estamos lutando por “ministérios”, mas pela verdade (combater pela verdade).  Nestes dias temos sido orientados para que, não leiamos nenhuma noticia na internet, que se refira a  qualquer coisa “negativa” acerca dos irmãos responsáveis pela obra na America do Sul, e que devemos deletar e-mails, etc. Por um lado, concordamos, pois, assim nós praticamos. Contudo, se somos sérios para com o Senhor, não podemos fechar os olhos para tantos fatos, nem deletar aquilo que nossos próprios olhos e ouvidos  tem visto e ouvido. Não podemos nos esconder da luz da verdade. Como filhos da luz, queremos viver na luz, falar na luz e deixar que a luz manifeste todas as coisas. Temos uma consciência, e devemos de conformidade com ela seguir ao Senhor.
Palavras recentes que ferem a verdade e são contrárias ao que aprendemos, como por exemplo, sobre a igreja, palavras faladas durante a última Conferência em Vitória da Conquista, que fez com que, vários irmãos e irmãs, inclusive um irmão responsável pela obra entre nós e sua esposa, voltassem da viagem transtornados. Recentemente, os irmãos foram encorajados em uma reunião de serviço a “amar o dinheiro” para ofertar para “bookafé”. Enquanto a Bíblia nos diz que não devemos amar ao dinheiro, pois, é raiz de todos os males (1 Tim 6:10). Parece que estamos anestesiados, impedidos de esboçar qualquer reação a favor de Deus e das Verdades. Fomos pouco a pouco isolados das igrejas em todo o mundo, nos gloriando que somos “as igrejas na América do Sul”. A revelação da bíblia nos mostra que não devemos ser por homens, ministérios, nem regiões. Somos pela verdade, pelas igrejas em toda a terra e pelo único corpo, segundo o ministério do novo testamento, que é o único ministério dos apóstolos, para a edificação do corpo de Cristo.
Aqui em Salvador, todos os irmãos responsáveis, que são em número de nove, viram que tem havido problemas na obra, e passamos a ter comunhão para salvaguardar a igreja em nossa localidade. Tivemos várias comunhões, e chegamos a falar com toda a igreja em reuniões especiais no Cento de Convenções. Nestas reuniões, alguns irmãos responsáveis falaram à igreja, representando os demais irmãos, inclusive entre os irmãos que falaram, um deles é responsável pela obra na região. Ele disse na ocasião que o que foi falado em Vitoria da Conquista e o que estava sendo publicado no Alimento Diário feria dois pontos da nossa fé comum: A igreja (a respeito da mesa do senhor) e a Biblia (a respeito de Paulo não estar no espírito ao escrever 1 Corintios). Este irmão salientou que se este falar fosse mantido que ele próprio deveria voltar para a denominação de onde ele veio e pedir perdão ao seu pastor.
As coisas foram se desenvolvendo a tal ponto, que não podíamos esperar mais para tomar uma decisão, quanto ao ministério aqui na America do Sul, e marcamos outra reunião, para comunicar a igreja o nosso posicionamento. Iríamos deixar de lado o “Alimento Diário”, e desfrutaríamos apenas dos livros dos irmãos Nee e Lee. Não iríamos proibir a leitura do Alimento Diario nem a ida dos irmãos para a EAV. Esta comunhão vasou, e chegou aos ouvidos de alguns irmãos da obra no Brasil e America do Sul. Alguns irmãos (Miguel Ma e Solomon Ma) então, entraram em contato com alguns de nós, pedindo que não déssemos este aviso antes de ter uma comunhão com eles aqui em Salvador. Nos abrimos para comunhão, todos os nove irmãos responsáveis,  e relatamos para ele (Miguel) alguns desvios da verdade que, não podíamos mais tolerar. Ele nos disse que estava ciente destes problemas apresentados, que tinha visto, e que também sofria pelo que nós estávamos expondo.  Depois de anotar o que era falado e quem falava, prometeu que estes assuntos seriam levados para os outros irmãos da obra, e que seria marcada uma reunião na EAV, durante a Conferência de Fevereiro de 2012, e que nesta conferência as coisas seriam tratadas em comunhão. Ele até nos encorajou dizendo, que éramos uma igreja muito importante na região, e até mesmo no Brasil, e que, talvez, através desta comunhão, o ministério do irmão Dong, pudesse receber ajuda e ter uma mudança, a qual, geraria benefícios para toda a América do Sul.  Ele disse que talvez, seríamos os primeiros a cooperar nesta mudança. (Infelizmente ele nos pediu para não gravar essa comunhão).
Foi marcada a comunhão com os irmãos representantes da igreja em Salvador, durante a Conferência na EAV. Os que puderam viajar e participaram foram os irmãos: Roberto Roque, Antonio Roque, Agostinho Pitanga, Jair Cunha e Marcos Mascarenhas. Esta reunião, não teve a presença do irmão Dong, nem dos demais cooperadores, mas apenas com Miguel Ma, Ezra Ma e Reinaldo, pois, como foi acertado, estes irmãos seriam os que menos reagiriam negativamente a comunhão, eram os mais brandos, e que manifestariam mais sobriedade. Um assunto tão sério para ser tratado envolvendo uma igreja inteira, inclusive como centro de obra em uma região tão grande, receber um tratamento insignificante, é algo sério. A comunhão ocorreu. Qual foi a nossa surpresa ao perceber que ao contrario do que Miguel deixou transparecer aqui em Salvador, os outros dois irmãos achavam que iríamos tratar de outros assuntos pois o “problema” já teria sido resolvido por Miguel na sua vinda a Salvador. Depois de ajeitarem a situação, os irmãos de Salvador expuseram novamente os pontos anteriormente abordados aqui em Salvador com o irmão Miguel Ma. Para nossa surpresa, ao invés de apenas sermos ouvidos e as questões absorvidas para serem resolvidas, fomos surpreendidos pela reação negativa dos cooperadores. Inclusive, direcionando o alvo da indignação deles para um dos irmãos responsáveis pela obra aqui entre nós. Este foi ameaçado de ser “desmascarado”, diante dos demais irmãos na sala de comunhão. Todos ficaram indignados, e alguns se preparavam para voltar para Salvador. Mas, para nossa surpresa foi marcada, posteriormente um jantar de comunhão com o irmão Dong.  Nesta comunhão, os irmãos foram tratados pelo irmão Dong com muito carinho e atenção. Um dos irmãos que representa a obra entre nós, foi convencido a se reconciliar com Ezra Ma, pois, este estava indignado com a situação dos irmãos em Salvador, e culpava este representante por tal fracasso. Este irmão de Salvador, por mais de uma vez, foi se retratar com Ezra, o qual devido a insistência o “perdoou” (Obs.: os outros irmãos, representantes da Igreja em Salvador, não participaram desta atitude).  Durante o jantar, o irmão Dong “reconheceu oficialmente” alguns irmãos responsáveis que ele pensava que não eram irmãos responsáveis. Depois, convidou um irmão que representa a obra aqui, e o encorajou a viajar para a África para cooperar com a obra naquele continente, e para acompanhá-lo mais de perto e estendeu o convite a um outro irmão responsável.  Isso foi recebido com alegria pelos dois irmãos, mas gerou indignação nos demais. Também nesta comunhão o irmão Dong fez o seguinte comentário: “Determinada localidade vendeu o seu local de reuniões e ofertou 60% para a obra...Vocês tem um terreno em Salvador no qual nunca conseguiram construir um local de reuniões...Considerem colocá-lo a venda...”.
Ao retornarem para Salvador, em uma comunhão com os irmãos responsáveis, vimos que, nada foi resolvido e que não poderíamos concordar com esta situação. Desde então dos nove irmãos responsáveis, três querem que tudo continue como está, mantendo o Alimento Diário, as Conferências, a Comunhão, querem preservar a “unidade da igreja”, a condição dos santos, e quanto à obra, o cuidado com as igrejas na região, julgando que muitas igrejas não aceitariam o que determinássemos aqui em Salvador. Quanto ao Alimento Diário, a prática que temos aqui, é lamentável. Tornamos-nos peritos em preparar “galinha”, pois, ao compartilhar somos orientados a tirar as “penas”, os “bicos”, “unhas” e “ossos”, e falar o que sobra: o “peito”.  A nosso ver, de fato, nenhum profeta deve ser obrigado a repetir cada virgula das mensagens que ele estudou e os “bicos e penas” a serem retirados seriam coisas de menor importância tais como impressões pessoais, experiências que não se aplicam para o momento ou para aquela audiência especificamente, etc. Os cooperadores acham inadequado o que está no total exposto nas mensagens do irmão Dong e impresso no Alimento Diário. Se esses irmãos são de fato um com o irmão Dong, deveriam ser totalmente um com o seu coração, suas palavras,  seus planos e propósitos.  Não se pode conceber a idéia de que isto seja uma cooperação justa. E da mesma forma quase todos os que profetizam seguem o mesmo princípio. Temos que admitir que algo esta muito errado. Esse comportamento beira à hipocrisia, pois fingimos que está tudo certo, tudo bíblico e espiritual. E depois de colocar no quadro negro o titulo da mensagem do Alimento Diario e compartilhar as mensagens  recheadas com os Estudo-vida e a Versão Restauração, e até mesmo pela constituição que obtivemos na igreja, temos a coragem de dar a impressão, ou até afirmar que se trata de uma mensagem do Alimento Diário. Ouvimos, após as reuniões, irmãos falarem: “Que alimento diário rico!”, “que palavra rica!”. Seria melhor sermos honestos para com os irmãos e dizer o que de fato estamos compartilhando.  Se os cooperadores acham que o ministério do irmão Dong, é bíblico, perfeito e segundo a vontade de Deus, deveriam promover o que o irmão promove fielmente.  Não entendemos como os irmãos estão saindo para levantar igrejas onde já foram levantadas. Estão levando o “Reino” para onde já existe a igreja na restauração do Senhor. Precisamos acordar!
 Irmãos, sabemos que uma igreja tem sua administração local, e que não podemos forçar nenhuma igreja a tomar a decisão que tomarmos. Porém, nada pode nos impedir de tomarmos uma posição segundo a palavra da verdade, e de acordo com o Espírito Santo. Cada qual responderá diante do Senhor. Não devemos esquecer que uma igreja local, não é um pedaço isolado do corpo, e sim está dentro do único corpo e é o corpo. Assim, qualquer atitude que tomarmos em única igreja, por certo afetará todo o Corpo.  
Pelo impasse em que nos encontramos, em outra reunião no Centro de Convenções, foi avisado para igreja, que esperaríamos três meses para tomar uma decisão definitiva quanto às questões que estavam sendo tratadas em comunhão com toda a igreja. Esse tempo, foi decidido pelos irmãos responsáveis, para que, os irmãos na igreja a até as igrejas da região fossem “trabalhadas” para não receberem a decisão bruscamente e isso gerar problemas, confusão e perdas. Mas, desde então, temos passado os piores momentos da nossa historia, pois tem havido discórdias entre nós, ao ponto de haver partidos entre nós. Alguns irmãos que deveriam levar os irmãos para o espírito e para a verdade passaram a promover problemas entre os irmãos. Alguns irmãos estão tendo problemas pessoais com outros, ao ponto de até mesmo não se falarem. Essa situação não pode mais continuar. Não podemos tolerar mais isso. Estamos vendo grupos de irmãos fazendo uma obra de divisão, matando espiritualmente outros irmãos, visitando os santos de casa em casa levando calúnias e difamações. Estamos sendo chamados de “Laodiceia”, “Aqueles que querem permanecer no monte ao inves de descer para realizar a obra”, “Os que falam em Economia de Deus e não tem realidade”. Os que “estão atrás dos dólares americanos”. Ate mesmo de planejar vender o terreno da igreja e aplicar em terras no estado do Pará. Nós os seis irmãos responsáveis que estamos claros e definidos em voltar a comunhão do Corpo Universal de Cristo, nesse período, nunca procuramos ninguém para tomar posição favorável a nós, visitando-os em suas casas ou ligando para eles ou usando a internet para promover nada “negativo”. Se usamos a internet alguma vez foi para comunicação entre os próprios irmãos responsáveis. O que não ocorre com os irmãos que são contrários ao nosso posicionamento. Ao invés de estarmos apenas orando para tomarmos a decisão que nos propomos essa lamentável situação vem ocorrendo entre nós.
Por não termos uma esfera adequada em nossa cidade, e por não ter sido respeitado o acordo que fizemos segundo a comunhão com os irmãos responsáveis, informamos que, a conferência marcada como irmão Dong aqui em Salvador, nos dias 26 e 27 de maio deste ano, no Centro de Convenções do Estado da Bahia, foi cancelada. Esta decisão foi tomada pelos seis irmãos, Xavier, Tiago, Agostinho, Marcos Mascarenhas, Salvador e Jair, que em unidade continuarão levando adiante a Restauração do Senhor nesta cidade. Os outros três irmãos, são contrários a as nossas decisões, como já foi manifestado, e não há unidade e unanimidade entre nós,  por isso, apenas foram avisados da nossa decisão. Se haverá conferencia ou não, não sabemos,  pois segundo nos foi informado, a conferencia não é algo da igreja (apesar desta arcar com as despesas,  hospedagem, todos os serviços e estender o convite para as demais localidades) e sim, da “obra”. O que sabemos e que haverá reuniões normais da igreja em Salvador neste período.
Estamos abertos para qualquer comunhão. Inclusive marcaremos em breve uma reunião com todos os irmãos responsáveis das igrejas na Bahia e Sergipe, para esclarecer o nosso posicionamento e responder eventuais duvidas.
É bom ficar claro que, não estamos debaixo de pressão ou influencia de ninguém, de nenhuma igreja e de nenhum ministério. Simplesmente estamos no espírito, em comunhão com o Senhor a quem servimos desde a nossa mocidade. Não queremos que nada natural entre na igreja, nem sistemas de clérigos e leigos, hierarquia, obras pessoais, ou qualquer tipo de interesse que não seja o do Senhor para o cumprimento do Seu propósito eterno.
O Caminho que seguimos é nossa responsabilidade, e não poderemos acusar outros pelos nossos erros. É muito séria a situação dos que desviam outros, mas igualmente séria a situação dos que se deixam desviar.
A verdade prevalecerá. Essa é a nossa única arma contra as mentiras de Satanás, e todas as suas astucias.
Os seis irmãos responsáveis posicionados na verdade e pela verdade:
Antonio Carlos Xavier
Agostinho de Lima Pitanga
Emanuel Moura Tiago
Salvador Souza Carvalho
Marcos Antônio Mascarenhas
Jair Lopes Cunha
Os Irmãos de Serviço e profetas:
Jesus Gomes Barboza
Paulo Cesar Costa Lomi
Luis Antônio das Mercês
Nadson Ribeiro
Antônio Magno Paixão